terça-feira, 21 de janeiro de 2014

CRESCENDO INFANTO-JUVENIL, PARADOXO; DESCONTANDO EVENTOS FUTUROS É ATRIBUÍDO UM VALOR MAIOR PARA EVENTOS ATUAIS. É MELHOR PAGAR $100 EM 10 ANOS DO QUE PAGAR $100 AGORA. ESTA É A REGRA GERAL. ENTRETANTO, ESTA ILAÇÃO NÃO É VÁLIDA PARA TODAS AS SITUAÇÕES DE SAÚDE. DR.JOÃO SANTOS CAIO JR ET DRA. HENRIQUETA V. CAIO; ENDOCRINOLOGIA–NEUROENDOCRINOLOGIA–FISIOLOGIA.

Se considerarmos grosseiramente os fatos, esta afirmação teoricamente lógica pode parecer inquestionável. Da mesma forma, se alguém sofrerá de uma doença, é preferível que isso aconteça no futuro e não hoje. Então, o valor de um evento futuro depende de quão distante no futuro acontecerá. O desconto refere-se a calcular o valor presente de um resultado que ocorrerá no futuro. A taxa de desconto é a taxa anual com a qual são descontados os custos, que normalmente é a taxa de juros que o dinheiro traria se fosse investido. Este paradoxo com certeza é uma pegadinha que pode ser catastrófica em se avaliando o desenvolvimento humano sob o aspecto baixa estatura longitudinal. O crescer infantil–juvenil, a bem da verdade, é comprometido em sua grande maioria, bem como pode comprometer muito antes de se alcançar a estatura final pós-puberdade, e este comprometimento além de ser irreversível, pois só se cresce na condição de correção da disfunção fisiológica que se tornou gatilho desencadeador da baixa estatura longitudinal, e obviamente pode ser perene alcançando toda a vida do indivíduo. Existe um ditado conhecido que diz: “Não há bem que sempre dure e mal que nunca acabe”. Não tenho dúvidas que na maioria dos fatos seja uma verdade absoluta, entretanto, é questionável quando se trata de baixa estatura longitudinal, desde a fase fetal, crianças, infanto–juvenis, adolescentes e adultos. A análise de sensibilidade é uma parte importante do processo de análise de decisão, que testa a estabilidade ou força de uma conclusão sobre uma variedade de hipóteses estruturais, juízo de valor e estimativas de probabilidade. A análise inicial, ou analise de caso base, usa as melhores estimativas para cada parte do modelo. São determinadas as variáveis que apresentam a maior influência sobre o modelo. Podem ser considerados diferentes períodos de tempo ou perspectivas. 
O objetivo é perceber se as conclusões mudam quando são incluídas possibilidades dentro de uma faixa de variação razoável, isto poderia ser denominado de análise de sensibilidade. A análise de custo-eficácia é o uso da análise de decisão para comparar estratégias em termos de custos por unidade de resultado. Neste caso estamos falando sobre prevenção de um problema de saúde que invariavelmente ocorre com consequências vitalícias. Esta unidade de resultado pode ser anos de vida, utilidade, casos de prevenção de doenças ou estigmas. Relações de custo-eficácia são interpretadas comparando-as com relações para outras estratégias. Uma relação custo-eficácia crescente indica quanto dinheiro adicional precisa ser investido para se obter uma estratégia melhor... Perceba, que em geral, para qualquer atividade humana este fato é possível de se verificar, mas não obrigatório, aí está um paradoxo. Se for avaliado sob o ponto de vista de saúde pública, é que em geral há um limite para a quantidade de valores financeiros que uma autoridade pública (política) está disposta a gastar para um padrão de qualidade geral; isto é conhecido como limiar de disposição a pagar. Por convenção, análise de custo-utilidade frequentemente é denominada análises de custo-eficácia. No entanto, nem todos os estudos de custo-eficácia usam a metodologia custo-utilidade. Este fato diferencia em grande parte o tratamento com profissionais liberais e não liberais e eventualmente pode significar toda a diferença. Tais características marcam o posicionamento das prioridades em determinados tipos de tratamentos, um deles devido à complexidade e detalhamento é o tratamento da baixa estatura infanto-juvenil, excetuando centros de pesquisas públicos ou particulares.


Dr. João Santos Caio Jr.

Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930


Como saber mais:
1. Mesmo se você não é um atleta em tudo, mas para começar saudável e o mais apto possível por suas próprias razões, o IGF-1 pode ser benéfico para você...
http://hormoniocrescimentoadultos.blogspot.com.

2. Combinado com outros suplementos e monitorados de forma responsável, IGF-1 pode ser benéfico para aqueles indivíduos que têm problemas de crescimento ou deficiências de hormônio de crescimento, bem como aqueles indivíduos que se esforçam para estar na melhor forma física possível...
http://longevidadefutura.blogspot.com

3. Porque IGF-1 apresenta níveis que tendem a se estabilizar e cair rapidamente quando o fígado não é estimulado pela produção de HGH – hormônio de crescimento, esses benefícios são maiores quando consistentemente altos níveis de HGH – hormônio de crescimento são mantidos...
http://imcobesidade.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.

Referências Bibliográficas:
Dr. João Santos Caio Jr, Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Dra Henriqueta Verlangieri Caio, Endocrinologista, medicina interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Lawlor DA, Leon DA, Rasmussen F, Growth trajectory matters: Interpreting the associations among birth weight, concurrent body size, and systolic blood pressure in a cohort study of 378,707 Swedish men. Am J Epidemiol 2007;165:1405-12; Huxley R, Owen CG, Whincup PH, et a, Is birth weight a risk factor for ischemic heart disease in later life? Am J Clin Nutr 2007;85:1244-50; Davies AA, Smith GD, May MT, Ben-Shlomo Y, Association between birth weight and blood pressure is robust, amplifies with age, and may be underestimated. Hypertension 2006;48:431-6; Lawlor DA, Ronalds G, Clark H, et al, Birth weight is inversely associated with incident coronary heart disease and stroke among individuals born in the 1950s—Findings from the Aberdeen children of the 1950s prospective cohort study. Circulation 2005;112:1414-8; Rich-Edwards JW, Kleinman K, Michels KB, et al, Longitudinal study of birth weight and adult body mass index in predicting risk of coronary heart disease and stroke in women. BMJ 2005;330:1115-8ª; De Stavola BL, Hardy R, Kuh D, et al Birthweight, childhood growth and risk of breast cancer in a British cohort. Brit J Cancer 2000;83:964-8.

Contato
Fones: 55 (11) 2371-3337 -05572-4848 ou 98197-4706
Rua Estela, 515 - Bloco D - 12º andar - Conj. 121/122
Paraiso - São Paulo - SP - Cep 04011-002
e-mail: vanderhaagenbrasil@gmail.com


Site Van Der Haagen Brazil
www.vanderhaagenbrazil.com.br

http://drcaiojr.site.med.br/